Androides sonham com ovelhas elétricas?, de Philip K. Dick.

article-3869Olá leitores! Finalmente consegui terminar a minha primeira leitura importante de 2017!

Já vi que este ano vai ser bem complicado manter o ritmo de 2016. Os tios estão cheios de coisas para ver no Netflix, de jogos de tabuleiro para jogar… O bom é que vamos falar sobre isso tudo por aqui também!

Então a tendência é que os posts fiquem menos frequentes, mas, para compensar, o conteúdo será mais variado.

E não se esqueçam de seguir o Instagram do blog (/guloseimasnerds)! Lá postamos aquelas coisas do dia a dia, que são mais rápidas de compartilhar com vocês.

Então, vamos ao assunto do post!


Alerta: esse post pode conter alguns spoilers não relevantes.


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Euphoria: Construindo uma melhor distopia – de Jamey Stegmaier e Alan Stone

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Dilma, é você??? 😂😂😂

Era uma vez uma terra distante e farta em recursos naturais, repleta de um povo trabalhador e cheio de vontade de viver. Porém, grandes forças políticas atuavam (e atuam) nas sombras da sociedade com objetivos escusos, mantendo a população o mais afastada possível da realidade 👿.

Não raro, alguns poucos iluminados conseguem abrir seus olhos e escapar dessa pseudo realidade criada com a única razão de atender aos interesses privados de alguns poucos poderosos e manipuladores💸.

Não meus nerds… Não estamos falando do Brasil… Continuar lendo

1984, de George Orwell.

Quem controla o passado, controla o futuro; quem controla o presente, controla o passado.

imagem.aspxAh, queridos colegas nerds! O tio aqui não consegue se livrar das distopias. Elas me dominam, me aprisionam e me torturam, mas eu as amo! E a leitura que dessa vez merece uma resenha aqui no glorioso GN é 1984, de George Orwell.

Já aviso logo que partes do enredo, e não detalhes, serão reveladas nesta resenha, mas eu creio que a leitura da obra é algo muito superior a qualquer coisa que esteja escrita aqui ou que qualquer outra pessoa fale, ou escreva, ou revele no YouTube. Neste tipo de obra os detalhes são importantíssimos, pois revelam por meio das sutilezas muitos aspectos fundamentais. Então, se quiser parar por aqui e ler o livro, faça assim! MAS NÃO DEIXA DE LER O LIVRO! Se quiser continuar lendo essa singela resenha, fique a vontade, ela não vai retirar o prazer de sua leitura.

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Leituras de Maio.

Terminamos mais um mês produtivo em termos de leitura e cumprindo a meta de pelo menos um livro por semana até completarmos 30 livros. Depois haverá um incremento da meta, mas não sei ainda de quanto será. Talvez mais uns 11 livros até o fim de 2016. Segue a lista dos 5 livros lidos em Maio que o @etiojunior nunca vai ler.

Se você se interessar em adquirir algum dos livros, clica em um dos links que ajuda o GN!

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Laranja Mecânica, de Anthony Burgess

91AxQNn1F3L.jpgMais uma distopia starre e horroshow lida por esse tio que vos escreve!

(Ainda farei um post sobre distopias! Mas vai ser mais pro fim do ano!)

Como eu disse no post do Admirável Mundo Novo, resolvi não privar os prováveis leitores deste glorioso blog dos livros clássicos mais aclamados pela maioria dos leitores e críticos, porque são obras atemporais que merecem interessovatação das novas gerações de leitores sempre.

Então meu caro drugui, sobirate sua chasha de moloko e seu mastiguete e vamos govoretar sobre Laranja Mecânica, de Antony Burgess! Então, o que é que vai ser, hein?

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Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley. 

A ditadura perfeita terá a aparência da democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão sequer com a fuga. Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão.
Aldous Huxley

Olá Nerd!

Está confortável aí? Não? Então…

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Hoje vamos falar um pouco sobre uma obra clássica, da primeira metade do século passado, mas que faz seu leitor viajar para um futuro distópico.

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Fahrenheit 451, de Ray Bradbury.

images.livrariasaraiva.com.brFahrenheit 451 é um clássico da ficção científica, editado pela primeira vez em 1953, cujo título faz alusão à temperatura que o papel atinge quando queima.

Ray Bardbury relata a história de Guy Montag, um bombeiro americano de alguma época futura. No lugar e no tempo retratado pelo autor, os bombeiros não apagam incêndios, mas os provocam queimando os livros que forem encontrados nas casas do lugar (que também podem ser queimadas a depender o tamanho da biblioteca), pois é proibido tê-los, portá-los ou guardá-los.

A rotina de Montag dá um sobressalto quando ele encontra Clarisse McClellan no caminho do quartel ao iniciar mais um dia de trabalho. Ela lhe mostra um mundo ao qual ele não está acostumado e a partir de então Montag passa a rever toda a sua vida.

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