Mombasa, jogo de tabuleiro, de Alexander Pfister.

Agora a coisa ficou séria!!! Considerado por muitos o melhor jogo do Pfister, Mombasa chegou às prateleiras tupiniquins relativamente rápido depois de lançado na gringa (menos de dois anos). “Graças ao deus dos jogos!!! – tio Júnior na área”… Ok, eu sei que já disse que muitos jogadores têm predileção por um dentre os jogos…

Broom Service, jogo de tabuleiro, de Alexander Pfister.

Esse é o queridinho de muita gente! Ele é a reimplementação do Witch’s Brew, do Andreas Pelikan, que recebeu um tapinha do Pfister e foi relançado com o nome de Broom Service. Em um reino fantástico, onde habitam seres que consomem poções feitas com ervas, raízes ou frutas, bruxas, druidas, coletores e fadas trabalham duro…

Isle of Skye: de líder a rei, jogo de tabuleiro de Alexander Pfister.

Esse foi o primeiro jogo do autor a entrar para a minha (“NOSSA”😡) coleção. E o primeiro Pfister é igual ao primeiro sutiã 👙, a gente nunca esquece! Ele me despertou o interesse por ter vencido o prêmio Spiel des Jahres em 2016, na categoria Kennerspiel. Em Isle of Skye, até cinco clãs escoceses estão…

Oh my Goods!, cardgame de Alexander Pfister.

Este é simplesmente incrível! A Europa Medieval tinha como uma de suas bases produtivas a produção de bens. Mas essa produção era artesanal, na qual o produtor cuidava de todas as etapas dessa produção. Em Oh my Goods! os jogadores assumem o papel de produtores de bens como carvão, ferro, vidro, tecido, couro… e deve…

Port Royal, card game de Alexander Pfister.

Em Port Royal, os jogadores assumem o papel de comerciantes na Jamaica, Mar do Caribe. No entanto, não se pode correr muitos riscos nessa negociação, pois é importante ganhar dinheiro para garantir favores dos governadores e almirantes, contar com a ajuda das “senhoritas”, contratar pessoas  (marinheiros, piratas, ladinos, comerciantes) para incrementar os negócios e também…

🎲Especial Alexander Pfister, boardgame designer.🎲

Mudando um pouco a temática, vamos conversar um pouco sobre 🎲jogos de tabuleiro🎲, um hobby que está voltando com tudo e que tem conquistado muita gente. E, para falar de jogo bom, tenho que falar de um designer 👨‍🎨 que, apesar de ter lançado seu primeiro jogo relativamente há pouco tempo e de não ter…

Coleção Como Lidar, de J. A. Hazeley e J. P. Morris.

Finalizando o projeto relapsozinho-com-o-próprio-blog-da-Estrela, vou relatar minhas impressões sobre a leitura dos livrinhos politicamente incorretos da série Como Lidar, lançados pela Editora Intrínseca. São eles: Manual do usuário – A Esposa, Manual do Usuário – O Marido, O Hipster, Os encontros e A ressaca. Originalmente publicada na Inglaterra, a coleção, por lá, possui vários livros,…

(Porque abandonei) Death Note, de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata. (?)

Eis o meu relato sobre minha primeira leitura de mangás… ou pelo menos uma tentativa… Animes e mangás, diferentemente do @etiojunior que é obcecado, nunca foram meus passatempos favoritos, muito pelo contrário, quando era criança, eu sempre mudava de canal quando começava a passar um seriado ou desenho japonês na TV. Mas Deathnote me pareceu…

Eu sou a lenda, de Richard Matheson.

Finalmente li esse livro! Já havia um tempo que ele estava na minha estante e eu não o pegava para ler! Sinopse oficial da editora: O livro Eu sou a Lenda, do romancista norte-americano Richard Matheson, é uma das mais importantes obras do horror e da ficção científica, originalmente lançada em 1954 e deu origem…

O Amor nos Tempos de #Likes.

Continuando os livros lidos em Julho, falaremos sobre uma obra escrita por Booktubers, donos de canais no Youtube que falam sobre livros. Veja depois do pulo!

A Jangada de Pedra, de José Saramago.

Para compensar o mês de junho sem leituras, JULHO foi mais produtivo! Foram dois livros maiores e três pequeninos. Por isso resolvi fazer resenhas dedicadas para os livros maiores. Hoje a resenha é sobre uma obra muito interessante, carregada de sentido e profundidade, não só sob o aspecto do romance, pois o que está nas…

Hogwarts: Um guia imperfeito e impreciso, de J. K. Rowling.

Continuando a série atrasadinho-da-estrela-que-demorou-uma-era-para-atualizar-o-blog-e-agora-publica-uma-caralhada-de-coisas-de-uma-vez, segue a leitura de Maio, já que em Abril não li nada (triste isso!). Em MAIO eu li Fábrica de Vespas, de Iain Banks. Uma história visceral e surpreendente que foi assunto do blog assim que terminei a leitura. Um livro avassalador, que não é para qualquer estômago. Depois li mais…