GN na Disney (Parte 1)! GPS pra quê?

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Olá pessoal!

Esse mês de Outubro foi a little bit diferente para o glorioso blog. Praticamente não escrevemos. Mas hoje vou relatar uma parte do motivo disso tudo e dar umas dicas também.

É que fomos para Orlando, visitar os parques pela segunda vez. E, como da vez anterior, tivemos que passar por algum perrengue. Mas ao menos serviu para termos histórias para contar para as pessoas. Queremos dividir um pouco da experiência com vocês! Sejam bem vindos!

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Desta vez o nosso foco foi seria curtir mais a cidade, pois as compras estavam meio que fora dos planos. Então fizemos as malas e partimos.

Primeira dica que dou para quem pretende ir à Disney: só saia com a viagem planejada, com a documentação em dias e seguro viagem contratado, ou pelo cartão de crédito ou por empresa especializada, tipo a AssistCard (é importante principalmente em caso de necessidade médica). Nós montamos um calendário com o que pretendíamos fazer a cada dia e é sempre bom deixar pelo menos dois dias livres para que seja possível flexibilizar os planos em caso de dias de promoção ou isenção de impostos para compras, piriri (ele sempre vem), de atraso do voo, de chuva, ou de furacão (sim, Matthew fez sua participação especial em nossa viagem)…

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E assim fizemos. Chegamos em Orlando e partimos para a locadora para pegar o carro reservado. É possível reservar o carro antes de viajar e é sempre bom fazer isso com muita antecedência para achar os preços mais baratos e monitorar esses valores que costumam variar até o dia da viagem – Tio Etio_Junior falando agora: “Tio Adson fala como se ele tivesse feito toda essa pesquisa e acompanhamento! Aham Cláudia, senta lá! Quem fez foi euzinho!😂😂😂” –. Meu post foi invadido, SCRR!!! Pela segunda vez a Sixt foi a que apresentou o melhor custo. Se você não tiver contratado algum seguro viagem para carro, verifique na locadora quais são as proteções disponíveis e contrate. Mas antes, vale uma pesquisa rápida no Santo Google de cada dia para descobrir as diferentes coberturas oferecidas em aluguéis de carro nos EUA.

Ainda sobre aluguel de carro, se você pretende se hospedar em um dos hotéis ou resorts da Disney ou da Universal e não pretende sair às compras por muitos dias, não precisa alugar carro para todo o período da viagem. É possível ir dos hotéis da Disney para os parque da Disney de ônibus ou de Monorail. Para os parque da Universal também tem ônibus, tanto dos hotéis da Disney quanto dos da Universal. Alguns hotéis também oferecem o transporte por um valor adicional ou até mesmo como “cortesia”, vale pesquisar isso antes, pois é possível organizar a viagem de forma que o aluguel do carro seja necessário somente para os dias que não são de parque. Nós optamos por alugar o veículo para todos os dias para termos mais liberdade. – “O Deus do Uber também ajuda a quebrar um galhão caso a grana esteja curta para o aluguel de veículo!!!” Tio Etio_Junior falando -.

Da vez anterior pegamos dois aparelhos de GPS emprestados antes de viajar, mas, apesar de terem ajudado bastante, deram algum trabalho no manuseio ou no cálculo das rotas. – “Tio Adson está sendo modesto! Foi o inferno na terra usar aqueles dois GPS do cão!!!😂” –.Desta vez optamos por comprar um chip pré-pago (a T-Mobile tem um plano específico para turistas) para usar o Google Maps ou Waze. No entanto, é possível baixar o mapa da localidade para usar offline no Google Maps. O GPS funciona normalmente mesmo que o celular esteja em modo avião, ele apenas não indica a rota mais rápida ou dá as direções por voz, ele calcula sempre a rota padrão. Por isso, decidimos avaliar por um dia a usabilidade o Google Maps offline e, por fim, resolvemos não comprar o chip da T-Mobile. Funcionou que foi uma beleza! – “E ainda economizamos 30 Obamas!!!😉”.

IMPORTANTE: ao chegar em Orlando dá um jeito de trocar dinheiro e conseguir pelo menos uns 5 dólares em moedas para pagar os pedágios (caso opte pela locação do veículo). Muito importante isso, muito importante mesmo. Ou contrate o Sun Pass na própria locadora, mas avalie, pois nem sempre vale a pena. Alguns pedágios são automáticos (não têm uma pessoa para te atender) e só aceitam o dinheiro trocado e exato – “E apenas em MOEDAS!!!😡”- e geralmente tem um carro de polícia no combo na espreita dos mais espertinhos. Passamos um perrengue para achar míseros US$ 0,75. Ou era isso, ou era multa (um problema), além do constrangimento de receber um sermão do agente de polícia.

Outra coisa a se levar em consideração é a ordem dos parques. Vá nos que têm atrações aquáticas primeiro, pois roupa molhada pesa mais nas malas. Para quem vai fazer compras, cada grama é valioso (para isso, providencie uma balança de viagem). Ah, e se puder, compre os ingressos com antecedência, sobretudo os da Disney, para marcar, pelo app para celular, o fast pass para aquelas atrações mais concorridas. O visitante tem direito a “furar fila” em três atrações por parque.

Então chegamos a Orlando (30/09), depois de um voo mega desconfortável pela Copa Airlines (não recomendo), pegamos o carro e fomos resolver as coisas de ordem prática. E aqui vai mais uma dica: comprar água é fundamental. Os hotéis vendem, mas é caro. Aproveite o frigobar para (con)gelar a água e levar para os parques, shoppings e outlets, serve tanto para beber como para passar a garrafa gelada no rosto ou na nuca, ou na bunda, enfim, onde você sentir calor para refrescar – “Não é exagero galera. De Maio até Outubro, Orlando é o Caldeirão do capeta😫”. Além de água, é bom comprar sucos (tem uns de maçã e de uva verde que são uma delícia), pão, frios, queijo cremoso/manteiga para passar no pão, chá gelado, leite, café… etc para deixar no hotel. Isso é uma alternativa para o café da manhã deles que é muito diferente do nosso. Mas vale experimentar o deles uma vez ou duas. É sempre bom ter o que comer e beber no hotel para casos de: boquinha nervosa, piriri, tempestade ou furacão – “Catástrofes nucleares, invasões alienígenas, impactos de meteoros… Todas essas coisas que sempre acontecem na terra do Tio Sam, conforme os filmes americanos mostram😬”, ataque terrorista, ou um maluco que sai atirando em algum lugar…

Para isso existe o Walmart, com preços um pouco melhores que o Target (que é um mercado lindo); a Walgreens, uma farmácia que vende de tudo e tem uma em cada esquina; e a Dollar Tree, que vende de um tudo por um dólar (inclusive packs com várias garrafas d’água). Esses lugares também são ótimos para comprar souvenirs (canecas, camisetas, bonecos, canetas – “Cards de Pokémon…spoiler de um futuro post no GN!👀) a um preço bem menor que nas lojas dos parques.

As farmácias servem também para (re)abastecer seu kit de primeiros socorros que você preparou no Brasil. Caso falte algo, é a oportunidade de repor. Só não esquece de incluir no kit aquele medicamento de uso contínuo ou controlado que é mais difícil de comprar por lá por exigirem receita médica, sem exceção. Mas antiácidos, anti-pum, analgésicos, antitérmicos, anti-inflamatórios, suplementos, melatonina, etc, só são difíceis de comprar porque é fácil de se perder diante de tantas opções, marcas, preços, dosagens, quantidades… Os hipocondríacos regozijam nas farmácias e nas seções de remédios dos supermercados.

Separe uma mochila pequena para levar água e snacks para os parques para enganar aslombrigatudo o estômago até a hora que bater a fome forte (geralmente a gente esquece até de comer…). Água é MUITO caro nos parques também. E veja bem: uma mochila PEQUENA, pois uma maior não vai caber nos armários de algumas atrações que não permitem entrada com bolsas e mochilas. Penamos um pouco com isso desta vez.

Resolvidas as questões de ordem prática, fomos dar uma voltinha rápida e jantar no Disney Springs. É o antigo Downtow Disney que foi reformado e ampliado e recebeu novo nome. O lugar é um centro de compras a céu aberto com várias lojas e restaurantes, alguns são verdadeiras atrações, além da comida boa, como o Rain Forest e o T-Rex. Desta vez resolvemos experimentar um italiano chamado Portobello Country Italian Trattoria e voltar no Rain Forest (nosso preferido) em um dos dias livres do roteiro (mas não foi possível voltar – “Graças ao Matthew!😒”). É bom, mas ainda preferimos o Rain Forest.

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É nos Disney Springs que fica o Cirque du Soleil (que não fomos desta vez, mas é lindo), e a mais linda e maior loja da Disney, onde você encontra de um tudo com a temática dos filmes e personagens: desde simples ímãs de geladeira, canetas e chaveiros a utensílios de cozinha – “Passando pelos brinquedos, miniaturas, fantasias, pelúcias, bótons, etc… Tudo dos personagens da Disney e franquias correlatas!”. Quem se hospeda nos hotéis da Disney pode optar por comprar pelo app e receber os produtos no quarto. Mas nada se compara à experiência de ir nessa loja.

Importante lembrar que o estacionamento no Disney Springs é grátis. Nos parques custa a partir de 20 dólares e o visitante pode sair e voltar quantas vezes quiser no mesmo dia, desde que guarde o comprovante.

Passando para o dia seguinte, programamos a viagem em razão dos pocket shows que o David Cook fez no Epcot Center nos dias 1/10 e 02/10. O Epcot Center é um parque mais voltado para adultos, pois não possui muitos brinquedos. O tema do parque é voltado para novas tecnologias, sustentabilidade, visões de futuro e integração das nações. É um parque lindo, porém não é dos mais divertidos, mas nem por isso deixa de ser um dos meus favoritos. Lá é possível visitar lojas e restaurantes com coisas e comidas típicas de vários países no City Walk. – “No pavilhão do Japão não deixe de entrar na loja de souvenirs! Tem de tudo que um Nerd de verdade amante de animes, jogos, mangás e action figures pode querer… Exceto pelo preço que é de arrancar o couro!😬”. @etiojunior não comprou nada porque não quis… Eu fiz a festa em outras lojinhas.

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Fomos ao Epcot no dia 1/10 para ver os shows de nosso rocker favorito, mas infelizmente só foi possível a realização de um por conta de um temporal completamente atípico que caiu nesse dia. Lá chove todos os dias nesta época, mas é uma chuva repentina e passageira. Essa que nos atrapalhou durou muito mais que o normal. Foi nossa primeira “baixa”. Mas ao menos vimos nosso ídolo na primeira fileira. Alguém fez o favor de gravar uma música e postar no YouTube!

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Ah, estava rolando um festival gastronômico e de vinho neste parque – “Não é um festival, Ádson… É *O* Food and Wine festival, que acontece no Epcot todos os anos no mês de outubro!😋”-, não aproveitamos por medo de comer algo e passar mal devido ao calor exorbitante, mas estava bem legal. Como eu disse, o Epcot não é um parque cheio de brinquedos, é mais para um bom passeio (e para comprar Twinings a granel no pavilhão do Reino Unido), porém tem atrações bem legais:

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  • O Test-track que é um carro que percorre uma pista em alta velocidade (é muito bom!);
  • No pavilhão do México tem um barquinho do Zé Carioca, Pato Donad e outro pássaro esquisito lá que nunca vimos na vida (é o Panchito, pangó!), que é bem bonitinho;
  • O Mission Space que é um simulador de lançamento de naves espaciais da NASA, que eu não fui porque é claustrofóbico para mim. Esse simulador tem dois modos: o básico (verde) e o avançado (laranja), no avançado é possível ter a sensação de gravidade zero. Da primeira vez fui no básico eu não curti muito, mas tem quem goste bastante. – “Tio Etio_Junior adora e super recomenda!!!🤓”.
  • Project Tomorrow, que é um trenzinho (que fica dentro daquela bola) e viaja pela história das tecnologias e comunicações, com áudio em vários idiomas, inclusive português. É lindo!
  • o Soarin’, que é um simulador de asa delta, muito legal, mas dá um medinho às vezes, principalmente para quem não curte muito altura.
  • o melhor abraço do Pateta, meu personagem favorito.

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  • Ah! E o Club Cool que é uma loja onde você pode experimentar sabores de refrigerantes da Coca-Cola de vários lugares do mundo, de graça, à vontade, porém em doses homeopáticas! Kkkkk! – “Mas da pra encher o bucho se quiser!!! kkkkkkk”.

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O show de encerramento do Epcot acontece no lago que fica bem no centro do parque e é chamado de Illuminations: Reflections of Earth, e celebra o espírito de humanidade, com base no passado no presente o no futuro da Terra. Nem preciso dizer que é um espetáculo. A depender da época, os shows de encerramento não acontecem todos os dias, então é bom verificar as datas na programação do mês de cada parque para não perder.

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Dia 2/10 fomos conhecer o Hollywood Studios, que era inédito para nós. Este é um parque menor, que está com várias áreas em reformas (o que significa novas atrações em breve) e que tem uma atmosfera mais “intimista” e com atrações mais radicais. Quem se esbaldou neste parque foi o @etiojunior – “Eu mesmo, se vc ainda não percebeu minhas intervenções neste texto!!!😬”-, pois é nele que é possível se divertir na montanha russa indoor do Aerosmith (Rock ‘n’ Roller Coaster Starring Aerosmith) que acabei de descobrir que fechou para reforma…

Tem também o The Twilight Zone Tower of Terror (um hotel assombrado com um elevador em queda livre)… – “Essas duas atrações eu mega recomendo para os amantes de brinquedos radicais. O elevador é muito foda!!!”. Nessas duas atrações eu não tive coragem de ir, mas deve ser bom, pois as pessoas saem da sessão de tortura eufóricas. Meus destaques vão para o sensacional simulador de Star Wars (Star Tours – The Adventures Continue) e para o divertido Toy Story Mania!, que superou nossas expectativas (tanto é que repetimos), para o show da Bela e a Fera que é lindo; e o The Great Movie Ride para quem curte filmes.

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Neste dia, enquanto o @etiojunior repetia a montanha russa eu fiquei tomando um frozen para aliviar o calor que estava demais.

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Em todos os parque é possível encontrar personagens para interagir ou tirar fotos, tanto em lugares nas calçadas dos parques como em atrações específicas. Neste dia encontramos com personagens de Toy Story (Woody e Buzz Lightyear), ganhamos mais um abraço do Pateta (meu personagem preferido que quando o vi saí correndo para abraçá-lo), Mickey Aprendiz de Feiticeiro (do Fantasia) e a melhor Minnie que já vimos!

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É a Minnie vestida de gala da atração Mickey and Minnie Starring in Red Carpet Dreams. Ao chegarmos, elogiamos a coleção de vestidos dela, dissemos que ela estava maravilhosa e muito elegante. Depois perguntamos se podíamos dar um beijinho nela. Dá para ter uma ideia das reações pelas fotos, mas só nós sabemos o quanto foi divertido! Antes de sair da sala, ela nos alertou para não contarmos nada ao Mickey (e ficou se abanando), que estava na sala ao lado. Foi hilário!

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A dica, ao encontrar os personagens é conversar com eles e interagir bastante, pois, por mais que eles não falem, eles reagem com gestos muito expressivos.

O show de encerramento deste parque é simplesmente incrível. Realizado em um teatro de arena, Fantasmic! é um show com fogos e projeções em água (sprays gigantes de água) e conta a história de uma batalha das forças do bem contra o mal que se passa em um sonho do Mickey. É lindo! Ainda bem que o mal tempo apenas ameaçou o cancelamento desse show. Algo de muito estranho já estava a caminho…

Pena que nosso plano aqui no WordPress não nos permite postar vídeos… Pena mesmo!

Cenas dos próximos posts.

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16 comentários em “GN na Disney (Parte 1)! GPS pra quê?

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