A Batalha do Apocalipse, de Eduardo Spohr.

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Um dos meus livros preferidos e sim, exemplar que merece um lugar especial na estante de qualquer nerd que se preze.

A Batalha do Apocalipse, do brasileiro Eduardo Spohr, faz parte da quadrilogia Os filhos do Éden, todos do mesmo autor.

Possui uma trama ao estilo Star Wars, em que você começa a ler a história pela sua conclusão (já que a trilogia “Os filhos do Éden” – apesar de lançados posteriormente – tratam do prelúdio deste primeiro livro que na verdade é o último – entendeu? Não? Nem eu!😵 kkkk). Mas se você não é fã de sagas de mais de um volume, não se preocupe. “A batalha do apocalipse” é um conto com início, meio e fim.

Apesar de alguns pequenos poréns que não me agradaram muito – como os mini flash backs gigantes que acontecem durante todo o livro – a história é muito flúida. Cada acontecimento possui importância relevante e vale a pena usar mais de um marca-página (“pra isso existem post-its” disse @adsonamt) para se localizar sempre que um capítulo encerra uma transição entre passado e presente.

O título auto explicativo relata a vida do anjo renegado Ablon (não sei se a pronúncia correta seria Áblon ou Ablón, mas pra mim a primeira soa muito melhor) que foi expurgado do paraíso pelos temidos e ultra mother fuckers arcanjos. Durante sua existência entre os mundanos, ele passa por diversas provações que levam seu corpo, essência (já que, segundo o autor, anjos não possuem alma) e mente ao extremo. Tudo isso enquanto céu e inferno se preparam para o acontecimento que acarretará no fim da raça humana.

Não vou falar demais aqui para não dar spoilers. Mas se vc curte ficção, ação, misticismo, religiosidade e uma pitada de romance, esse é o livro certo!

Em uma narrativa empolgante, com cenas e lugares épicos, diálogos marcantes e lutas ao melhor estilo Cavaleiros do Zodíaco (e um quê de Supernatural), Eduardo Spohr te leva a conhecer diversos lugares ao redor do mundo, além de criar um intrincado universo paralelo cheio de subdivisões, seres muito poderosos e sábios.

Sério, precisa de muita dorga criatividade para descrever em detalhes as mais diversas camadas do paraíso, inferno, e submundos perdidos no etéreo! Será que ele tirou isso da cabeça ou se inspirou em escrituras religiosas? Não sei, mas que ficou bem feito, isso ficou!😜

Por ser uma obra com fim em si mesma, não existe a real necessidade de se seguir para os livros seguintes da trilogia “Os filhos do Éden”. Mas se você se encantou com todo o misticismo envolvido (assim como eu!), quer saber mais sobre a história da criação, das diversas castas angelicais, dos fatos que precederam o Armagedom e que fizeram de Ablon o mais fodão entre os celestiais, não deixe de devorar a trilogia restante.

Dica do Júnior: Se pretende adquirir o livro físico, uma boa pedida é a versão capa dura, que, apesar do preço mais salgado, possui alguns extras muito bacanas não encontrados na edição tradicional.

Nota: 4,5/5,0 (Recomendado)

Adquirido em: algum lugar entre janeiro e fevereiro de 2011…😜

Lido em 2011 e novamente em 2016.

Formato: livro físico.

Plataforma: minhas mãos.

Quanto paguei: Alguma coisa entre R$30 e R$40 na época.

Livros relacionados: Os filhos do Éden – Herdeiros de Atlântida (Eduardo Spohr); Os filhos do Éden – Anjos da Morte (Eduardo Spohr); Os filhos do Éden – Paraíso Perdido (Eduardo Spohr); A torre das almas (Eduardo Spohr).

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6 comentários Adicione o seu

  1. Raquel Silva disse:

    Eu amei esse livro! Adorei sua resenha, até hoje não consegui escrever uma resenha desse livro, pois acho que não conseguiria passar toda minha experiência ao ler ele.

    Adorei sei blog!

    Curtido por 2 pessoas

    1. etiojunior disse:

      Obrigado, Raquel!
      Fique ligada que depois teremos comentários sobre “Os filhos do Éden”!
      =D

      Curtir

  2. Olá Júnior!
    Ainda não li o livro, mas tenho percebido sua divulgação cada vez mais intensa.
    Curti bastante a resenha.
    Bjos
    http://kelenvasconcelos.blogspot.com.br/

    Curtido por 1 pessoa

    1. etiojunior disse:

      Obrigado, mais uma vez!
      A “trilogia” de Eduardo Spohr é realmente um conto incrível de ação, aventura, religião (embora não seja definitivamente esse o foco, afinal é uma ficção) e uma pitada de romance.
      Mas admito que aqueles leitores menos afetos a histórias de ação (né @adsonamt!) ou avessos a batalhas épicas, grandiosas e sanguinolentas, talvez não curtam tanto quanto eu…
      Boa leitura!
      Abraços.

      Curtir

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